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Investimentos em Fundos - Classes de Fundos(Tutorial)

Classes de fundos

Atualmente você tem a disposição milhares de fundos de investimento no mercado brasileiro. Cada fundo possui política de investimento e composição de carteira que variam das mais conservadoras as mais arrojadas.

Para que fosse possível comparar seus investimentos de forma mais homogênea, a CVM - Comissão de Valores Mobiliários dividiu os fundos da indústria em sete grandes classes, considerando para tanto, a composição de sua carteira. Essa iniciativa possibilitou ao investidor, uma visão mais uniforme sobre os tipos de fundos de investimento disponíveis no mercado.

Para facilitar ainda mais o entendimento do investidor e a comparação entre produtos similares, a ANBID, subdividiu ainda os fundos em Tipos de Fundos, que leva em conta não só a sua política de investimento, mas também os fatores de risco, detalhando desta forma, ainda mais as características de uma determinada carteira.

Se você entender bem o que significa cada uma dessas classificações, vai conseguir tomar suas decisões de investimento com maior segurança.

Classificação Anbid

I. FUNDOS DE INVESTIMENTO
Fundos Curto Prazo
- Curto Prazo
- Aplicação Automática
Referenciado
- Referenciado DI
- Referenciado Outros
Renda Fixa
- Renda Fixa
- Renda Fixa Médio e Alto Risco
- Renda Fixa com Alavancagem
Multimercado
- Long and Short – Direcional
- Long and Short – Neutro
- Multimercados Macro
- Multimercados Trading
- Multimercados Multiestrategia
- Multimercados Multigestor
- Multimercados Juros e Moeda
- Multimercados Estrategia Especifica
- Balanceado
- Capital Protegido
Investimento no Exterior
- Investimento no Exterior
Ações
- Ações IBOVESPA Indexado
- Ações IBOVESPA Ativo
- Ações IBOVESPA Ativo com Alavancagem
- Ações IBRX Indexado
- Ações IBRX Ativo
- Ações IBRX Ativo com Alavancagem
- Ações Setoriais Telecomunicações
- Ações Setoriais Energia
- Ações Setoriais Livre
- Ações Setoriais Privatização Petrobras - FGTS
- Ações Setoriais Privatização Petrobrás - Recursos Próprios
- Ações Setoriais Privatização Vale - FGTS
- Ações Setoriais Privatização Vale - Recursos Próprios
- Ações Privatização FGTS - Livre
- Ações Small Caps
- Ações Dividendos
- Ações Sustentabilidade / Governança
- Ações Livre
- Ações Livres com Alavancagem
- Fundo Fechado de Ações
Cambial
- Cambial Dólar sem Alavancagem
- Cambial Euro sem Alavancagem

II. Fundos de Previdência

III. Fundos Off Shore

IV. Fundos de Investimento em Direitos Creditórios

V. Fundos de Investimento Imobiliário

VI. Fundos de Índice

VII. Fundos de Participações

I - FUNDOS DE INVESTIMENTO:
São os Fundos regulamentados pela Instrução CVM 409/2004(1)
Estes Fundos podem realizar aplicações em ativos financeiros negociados no exterior, desde que as respectivas características e fatores de risco de cada tipo ANBID sejam respeitados.

1. FUNDOS CURTO PRAZO:

1.1 Curto Prazo:
Busca retorno através de investimentos em títulos indexados à CDI/Selic ou em papéis prefixados, desde que indexados e/ou sintetizados para CDI/Selic; de emissão do Tesouro Nacional (TN) e/ou do BACEN; com prazo máximo a decorrer de 375 dias e prazo médio da carteira de, no máx imo, 60 dias. É permitida,
também, a realização de Operações Compromissadas, desde que: sejam indexadas à CDI/Selic; lastreadas em títulos do TN ou do BACEN e com contraparte classificada como baixo risco de crédito. No caso específico da contraparte ser o BACEN é permitida a operação prefixada com prazo máximo de 7 dias, desde que corresponda a períodos de feriados prolongados; ou de 60 dias, desde que indexada à CDI/Selic.

1.2 Aplicação Automática:
Busca retorno através de investimentos em títulos indexados à CDI/Selic ou em papéis prefixados, desde que indexados e/ou sintetizados para CDI/Selic; de emissão do Tesouro Nacional (TN) e/ou do BACEN; com prazo máximo a decorrer de 375 dias e prazo médio da carteira de, no máximo, 60 dias. É permitida,
também, a realização de Operações Compromissadas, desde que: sejam indexadas à CDI/Selic; lastreadas em títulos do TN ou do BACEN e com contraparte classificada como baixo risco de crédito. No caso específico da contraparte ser o BACEN é permitida a operação prefixada com prazo máximo de 7 dias, desde que corresponda a períodos de feriados prolongados; ou de 60 dias, desde que indexada à CDI/Selic.
Adicionalmente estes fundos mantém obrigatoriamente aplicação e resgate automáticos de forma a remunerar saldo remanescente em conta corrente.

2. FUNDOS REFERENCIADOS:

2.1 Referenciados DI:
Fundos que objetivam investir, no mínimo, 95% do valor de sua carteira em títulos ou operações que busquem acompanhar as variações do CDI ou SELIC, estando também sujeitos às oscilações decorrentes do ágio/deságio dos títulos em relação a estes parâmetros de referência. O montante não aplicado em
operações que busquem acompanhar as variações destes parâmetros de referência, devem ser aplicados somente em operações permitidas para os Fundos Curto Prazo. Estes fundos seguem as disposições do artigo 94 da Instrução CVM 409(2).

2.2 Referenciados Outros:
Fundos que objetivam investir, no mínimo, 95% do valor de sua carteira em títulos ou operações que busquem acompanhar as variações de um parâmetro de referência diferente daqueles definidos no item 2.1 acima, estando também sujeitos às oscilações decorrentes do ágio/deságio dos títulos em relação ao seu
parâmetro de referência. O montante não aplicado em operações que busquem acompanhar as variações do parâmetro de referência, devem ser aplicados somente em operações permitidas para os Fundos Curto Prazo. Estes fundos seguem as disposições do artigo 94 da Instrução CVM 409. Nesta categoria não são permitidos os parâmetros de referência moedas estrangeiras ou mercado acionário.

3. FUNDOS DE RENDA FIXA:

3.1 Renda Fixa:
Busca retorno por meio de investimentos em ativos de renda fixa (sendo aceitos títulos sintetizados através do uso de derivativos), admitindo-se estratégias que impliquem em risco de jur os do mercado doméstico e risco de índice de preço. Excluem-se estratégias que impliquem em risco de moeda estrangeira ou de renda variável (ações, etc.). Devem manter, no mínimo, 80% de sua carteira em títulos públicos federais ou ativos com baixo risco de crédito. Admitem alavancagem(3).

3.2 Renda Fixa Médio e Alto Risco:
Busca retorno por meio de investimentos em ativos de renda fixa, podendo manter mais de 20% em títulos de médio e alto risco de crédito (sendo aceitos títulos sintetizados através do uso de derivativos), incluindos e estratégias que impliquem em risco de juros do mercado doméstico e risco de índices de preços.
Excluem-se estratégias que impliquem em risco de moeda estrangeira ou de renda variável (ações, etc.). Admitem alavancagem(3).

3.3. Renda Fixa Com Alavancagem:
Busca retorno por meio de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito (sendo aceitos títulos sintetizados através do uso de derivativos), incluindo-se estratégias que impliquem em risco de juros do mercado doméstico e risco de índices de preço. Excluem-se, porém, investimentos
que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc.). Estes fundos podem, inclusive, realizar operações que impliquem em alavancagem(3) do patrimônio.

4. FUNDOS CAMBIAIS:

4.1. Cambial Dólar sem Alavancagem
São fundos que aplicam pelo menos 80% de sua carteira em ativos (de qualquer espectro de risco de crédito) relacionados diretamente, ou sintetizados via derivativos, à moeda norte-americana. O montante não aplicado em ativos r elacionados direta ou indiretamente ao dólar deve ser aplicado somente em títulos e operações de Renda Fixa (pré ou pós fixadas a CDI/ SELIC). Não admitem alavancagem(3).

4.2 Cambial Euro Sem Alavancagem
São fundos que aplicam pelo menos 80% de sua carteira em ativos - de qualquer espectro de risco de crédito - relacionados diretamente, ou sintetizados via derivativos, à moeda européia. O montante não aplicado em ativos relacionados direta ou indiretamente ao euro deve ser aplicado somente em títulos e
operações de Renda Fixa (pré ou pós fixadas a CDI/ SELIC). Não admitem alavancagem(3).

5. FUNDOS MULTIMERCADOS:
A classificação dos Fundos Multimercados baseia-se nas estratégias adotadas pelos gestores para atingir os objetivos dos fundos, que devem prevalecer sobre os instrumentos utilizados.

5.1. Multimercados Macro
Fundos que realizam operações em diversas classes de ativos (renda fixa, renda variável, câmbio, etc.) definindo as estratégias de investimento baseadas em cenários macroeconômicos de médio e longo prazo, atuando de forma direcional. Admitem alavancagem³.

5.2. Multimercados Trading
Fundos que concentram as estratégias de investimento em diferentes mercados ou classes de ativos, explorando oportunidades de ganhos originados por movimentos de curto prazo nos preços dos ativos. Admitem alavancagem³.

5.3. Multimercados Multiestratégia
Fundos que podem adotar mais de uma estratégia de investimento, sem o compromisso declarado de se dedicarem a uma em particular. Admitem alavancagem³.

5.4. Multimercados Multigestor
Fundos que têm por objetivo investir em mais de um fundo geridos por gestores distintos. A principal competência envolvida consiste no proces so de seleção de gestores.
Admitem alavancagem³.

5.5. Multimercados Juros e Moedas
Fundos que buscam retorno no longo prazo através de investimentos em ativos de renda fixa, admitindo-se estratégias que impliquem em risco de juros do mercado doméstico, risco de índice de preço e risco de moeda estrangeira. Excluem-se estratégias que impliquem em risco de renda variável (ações, etc.). Admitem alavancagem³.

5.6. Multimercados Estratégia Específica
Fundos que adotam estratégia de investimento que implique em riscos específicos, tais como commodities, futuro de índice. Admitem alavancagem³.

5.7. Long and Short - Neutro
Fundos que fazem operações de ativos e derivativos ligados ao mercado de renda variável, montando posições compradas e vendidas, com o objetivo de manterem a exposição neutra ao risco do mercado acionário. Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI. Admitem alavancagem³.

5.8. Long and Short - Direcional
Fundos que fazem operações de ativos e derivativos ligados ao mercado de renda variável, montando posições compradas e vendidas. O resultado deve ser proveniente, preponderantemente, da diferença entre essas posições. Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI. Admitem alavancagem³.

5.9. Balanceados
Fundos que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, ações, câmbio, etc.). Estes fundos utilizam uma estratégia de investimento diversificada e, deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de rebalanceamento de curto prazo. Estes fundos devem ter explicitado o mix de ativos (percentual de cada classe de ativo) com o qual devem ser comparados (asset allocation benchmark). Sendo assim, esses fundos não podem ser comparados a indicador de desempenho que reflita apenas uma classe de ativos (por exemplo: 100% CDI). Não admitem alavancagem³.

5.10. Capital Protegido
Fundos que buscam retornos em mercados de r isco procurando proteger parcial ou totalmente o principal investido.

6. FUNDOS DE DÍVIDA EXTERNA:
São fundos que têm como objetivo investir preponderantemente em títulos representativos da dívida externa de responsabilidade da União. Estes fundos seguem o disposto no artigo 96 da Instrução CVM 409.

7. FUNDOS DE AÇÕES:
Os Fundos de Ações devem possuir, no mínimo, 67% da carteira em ações à vista.

7.1. Fundos de Ações Ibovespa

7.1.1 Fundos de Ações Ibovespa
São fundos cujo objetivo de investimento é acompanhar o comportamento do Ibovespa. Não admitem alavancagem (3).

7.1.2. Ações Ibovespa Ativo
São fundos que utilizam o Índice BOVESPA como referência, tendo objetivo explícito de superar este índice. Não admitem alavancagem (3).

7.1.3. Ações Ibovespa Ativo Com Alavancagem
São fundos que utilizam o Índice BOVESPA como referência, tendo objetivo explícito de superar este índice. Admitem alavancagem (3).

7.2. Fundos de Ações IBrX

7.2.1. Ações IBrX Indexado
São fundos cujo objetivo de investimento é acompanhar o comportamento do IBrX ou do IBrX 50. Não admitem alavancagem (3).

7.2.2. Ações IBrX Ativo
São fundos que utilizam o IBrX ou o IBrX 50 como referência, tendo objetivo explícito de superar o respectivo índice. Não admitem alavancagem (3).

7.2.3. Ações IBrX Ativo Com Alavancagem
São fundos que utilizam o IBrX ou o IBrX 50 como referência, tendo o objetivo explícito de superar o respectivo índice. Admitem alavancagem (3).

7.3. Fundos de Ações Setoriais
São fundos que investem em empresas pertencentes a um mesmo setor ou conjunto de setores afins da economia. Estes fundos devem explicitar em suas políticas de investimento os setores, subsetores ou segmentos elegíveis para aplicação, conforme classificação setorial definida pela BM&FBOVESPA (antiga BOVESPA). Não admitem alavancagem(3).

7.3.1. Ações Setoriais Telecomunicações
São fundos cuja estratégia é investir em ações do setor de telecomunicações. Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI.

7.3.2. Ações Setoriais Energia
São fundos cuja estratégia é investir em ações do setor de energia. Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI.

7.3.3. Ações Setoriais Livre
Classificam-se neste subsegmento os Fundos de Ações Setoriais que não se enquadrem em nenhum dos subsegmentos anteriores (7.3.1. e 7.3.2.). Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI.

7.3.4. Ações Setoriais Privatização Petrobrás - FGTS
São fundos regulamentados pelas Instruções CVM 141/1991, 157/1991, 266/1997, 279/1998 e suas modificações.

7.3.5. Ações Setoriais Privatização Petrobrás - Recursos Próprios
São fundos regulamentados pela Instrução CVM 409/2004 e suas modificações e que atendem aos requisitos estabelecidos em ofertas de valores mobiliários no âmbito do Programa Nacional de Desestatização e dos Programas Estaduais de Desestatização.

7.3.6. Ações Setoriais Privatização Vale - FGTS
São fundos regulamentados pelas Instruções CVM 141/1991, 157/1991, 266/1997, 279/1998 e suas modificações.

7.3.7. Ações Setoriais Privatização Vale - Recursos Próprios
São fundos regulamentados pela Instrução CVM 409/2004 e suas modificações e que atendem aos requisitos estabelecidos em ofertas de valores mobiliários no âmbito do Programa Nacional de Desestatização e dos Programas Estaduais de Desestatização.

7.4. Fundos de Ações Privatização FGTS - Livre
São fundos regulamentados pelas Instruções CVM 141/1991, 157/1991, 266/1997, 279/1998 e suas modificações. Estes fundos podem aplicar em outros valores mobiliários que não aqueles objeto da privatização e, suas cotas são integralizadas exclusivamente com recursos resultantes da transferência de recursos dos Fundos de Ações Setoriais Privatização - FGTS.

7.5. Fundos de Ações Small Caps
São fundos cuja carteira investe, no mínimo, 90% em ações de empresas que não estejam incluídas entre as 25 maiores participaç&otild e;es do IBrX - Índice Brasil, ou seja, ações de empresas com relativamente baixa e média capitalização de mercado. Os 10% remanescentes podem ser investidos em ações de maior liquidez ou capitalização de mercado, desde que não estejam incluídas entre as 10 maiores participações do IBrX -Índice Brasil, ou em caixa. Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI. Não admitem alavancagem(3).

7.6. Fundos de Ações Dividendos
São fundos cuja carteira investe somente em ações de empresas com histórico de dividend yield (renda gerada por dividendos) consistente ou que, na visão do gestor, apresentem essas perspectivas. Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI. Não admitem alavancagem(3).

7.7. Fundos de Ações Sustentabilidade/Governança
São fundos que investem somente em empresas que apresentam bons níveis de governança corporativa, ou que se destacam em responsabilidade social e sustentabilidade empresarial no longo prazo, conforme critérios estabelecidos por entidades reconhecidas no mercado ou supervisionados por conselho não
vinculado à gestão do f undo. Os recursos remanescentes em caixa devem ficar investidos em operações permitidas ao tipo Referenciado DI. Não admitem alavancagem(3).

7.8. Fundos de Ações Livre

7.8.1. Ações Livre
Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos anteriores (7.1. a 7.7., e seus subsegmentos). Não admitem alavancagem(3).

7.8.2. Ações Livre Com Alavancagem
Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos anteriores (7.1. a 7.7., e seus subsegmentos). Admitem alavancagem(3).

7.9. Fundos Fechados de Ações
São fundos de condomínio fechado regulamentados pela Instrução CVM 409/2004 e suas modificações.

II - FUNDOS DE PREVIDÊNCIA
Nesta categoria incluem-se os FAPI's e Fundos Exclusivos para PGBL's. Será utilizada a classificação dos Fundos de Investimento (item I).

III - FUNDOS OFF SHORE
Para efeitos desta classificação, será considerado fundo off shore aquele constituído fora do território brasileiro, mas cujo gestor localiza-se no Brasil.
1. Off Shore Renda Fixa
2. Off Shore Renda Variável
3. Off Shore Mistos

IV - FUNDOS DE INVESTIMENTOS EM DIREITOS CREDITÓRIOS
São os fundos regulamentados pelas Instruções CVM 356/ 2001 e CVM 399/2003 e suas modificações.

V - FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
São os fundos regulamentados pelas Instruções CVM 205/1994 e CVM 206/1994 e suas modificações.

VI - FUNDOS DE ÍNDICE
São os fundos regulamentados pela Instrução CVM 359/2002.

VII - FUNDOS DE PARTICIPAÇÕES
São fundos regulamentados pelas Instruções CVM 153/1991, 209/1994 e 391/2003 e suas modificações.

1 - Com exceção dos fundos de privatização relacionados às ofertas de valores mobiliários no âmbito do Programa Nacional de Desestatização e dos Programas Estaduais de Desestatização, regulamentados pelas Instruções CVM 141/1991, 157/1991, 266/1997, 279/1998 e suas modificações.

2 - Entende-se por proteção da carteira, ou hedge, qualquer operação que tenha por objetivo neutralizar riscos diferentes do parâmetro de referência do fundo, ou sintetizar riscos que atrelem o fundo ao parâmetro de referência, limitado ao valor do seu patrimônio.

3 - Um fundo é considerado alavancado sempre que existir possibilidade (diferente de zero) de perda superior ao patrimônio do fundo, desconsiderando-se casos de default nos ativos do fundo.

4 - Caso estes fundos sejam compostos somente por ações de uma única empresa, a política de investimento deve
explicitar esta condição e qual é a empresa.

Classificação CVM


Curto Prazo:
Investem seus recursos exclusivamente em títulos públicos federais ou privados de baixo risco de crédito.
Estes títulos podem ser de renda fixa, pós ou prefixados, e geralmente, sua rentabilidade está atrelada à taxa de juros usada nas operações entre os bancos (conhecida como taxa do CDI).
Investem em papéis com prazo máximo a decorrer de 375 dias e o prazo médio da carteira é de, no máximo, 60 dias.
Por estas características, são considerados os mais conservadores, indicados para investidores com objetivo de investimento de curtíssimo prazo, pois suas cotas são menos sensíveis as oscilações das taxas de juros.

Referenciado:
Os fundos Referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.
Para tal, investe no mínimo 80% em títulos públicos federais ou em títulos de renda fixa privados classificado na categoria baixo risco de crédito. Além disso, no mínimo 95% de sua carteira é composta por ativos que acompanhem a variação do seu indicador de desempenho, o chamado benchmark. Usam instrumentos de derivativos com o objetivo de proteção (hedge).
Os fundos referenciados mais conhecidos são os DI. Você provavelmente já ouviu falar deles. São fundos que buscam acompanhar a variação diária das taxas de juros (Selic/CDI), e se beneficiam em um cenário de alta de juros.

Renda Fixa:
Aplicam uma parcela significativa de seu patrimônio (mínimo 80%) em títulos de renda fixa prefixados (que rendem uma taxa de juro previamente acordada) ou pós-fixados (que acompanham a variação da taxa de juros ou um índice de preço). Além disso, usam instrumentos de derivativos com o objetivo de proteção (hedge).
Nos fundos de Renda Fixa acontece o oposto dos fundos Referenciados DI, pois se beneficiam em um cenário de redução das taxas de juros.

Multimercado:
São fundos que possuem políticas de investimento que envolve vários fatores de risco, pois combinam investimentos nos mercados de renda fixa, câmbio, ações, entre outros. Além disso, utilizam-se ativamente de instrumentos de derivativos para alavancagem de suas posições, ou para proteção de suas carteiras (hedge). São fundos com alta flexibilidade de gestão, por isso dependem do talento do gestor na escolha do melhor momento de alocar os recursos (market timing), na seleção dos ativos da carteira e no percentual do patrimônio que será investido em cada um dos mercados (asset mix).

Ações:
São fundos que investem no mínimo 67% de seu patrimônio em ações negociadas em bolsa. Dessa forma, estão sujeitos às oscilações de preços das ações que compõem sua carteira. Alguns fundos desta classe têm como objetivo de investimento acompanhar a variação de um índice do mercado acionário, tal como o Ibovespa ou o IBX. São mais indicados para quem tem objetivos de investimento de longo prazo.

Cambial:
Estes fundos devem manter no mínimo, 80% de seu patrimônio investido em ativos que sejam relacionados, diretamente ou indiretamente (via derivativos), à variação de preços de uma moeda estrangeira, ou à uma taxa de juros (o chamado de cupom cambial). Nesta classe os fundos mais conhecidos são os chamados fundos Cambiais Dólar que objetivam seguir a variação da cotação da moeda norte americana. Mas é importante ficar atendo, pois estes fundos não refletem exatamente a cotação do dólar, pois nele estão envolvidos custos de taxa de administração, imposto de renda, bem como a variação da taxa de juro.

Dívida Externa:
Aplicam no mínimo 80% de seu patrimônio em títulos brasileiros negociados no mercado internacional. Os 20% restantes podem ser aplicados em outros títulos de crédito transacionados no exterior. Estes títulos são mantidos no exterior.
Para o investidor no Brasil, este fundo é a única forma de aplicar nos papéis emitidos pelo governo brasileiro negociados no exterior.

não deixem de comentar.
Posted on segunda-feira, julho 06, 2009 by Anônimo and filed under | 0 Comments »

Investimentos de fundos - Conta investimento

Conta investimento

Os analistas sempre recomendam: "Veja primeiro quais são seus objetivos de investimento para só então fazer suas aplicações financeiras". Nunca esta recomendação foi tão importante.

Com a entrada em vigor da Conta Investimento e das novas Regras de Tributação, esta é uma recomendação que pode ser definitiva para o sucesso de seus investimentos.

A conta foi criada por meio da Lei nº. 10.892, de 13 de Julho de 2004 e isentou da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF)* a migração entre investimentos. Isso quer dizer que você deixa de pagar a alíquota de 0,38% toda vez que trocar de aplicação.

As novas aplicações, no entanto, terão a incidência da CPMF*. Isso porque, todo novo investimento deve passar por uma conta corrente antes de ser transferido para a Conta Investimento, e é nesta transferência que há a incidência da contribuição. Depois que os recursos estão na Conta Investimento, as movimentações entre investimentos contam com o benefício e são isentas da contribuição.

Porém, ficar pulando de "galho em galho" não é uma boa estratégia. Se por um lado a Conta Investimento possibilita a troca entre as aplicações sem a incidência da CPMF*, por outro, as novas Regras de Tributaçãodão vantagens para investimentos de longo prazo, premiando-os com alíquotas menores de Imposto de Renda (IR).

Fazem parte da Conta Investimento os Fundos de Investimento, os CDBs, os Títulos Públicos e Derivativos, excluindo apenas as operações com ajuste diário. Já os investimentos em Ações e Poupança podem ou não fazer parte da Conta Investimento, ficando a critério do cliente a opção pelo vínculo. As aplicações em Previdência não contam com o benefício.

Lembre-se que a CPMF* incide normalmente sempre que houver movimentação em conta corrente. Só as movimentações na Conta Investimento estão isentas da contribuição. Porém, a tributação sobre os ganhos em seu investimento, o Imposto de Renda, continua incidindo normalmente e conta com alíquotas menores dependendo do prazo que os recursos permanecerem investidos.Suas aplicações com a Conta Investimento
Principal característica: ausência de CPMF* nas reaplicações ou remanejamento de investimentos.
Você tem, além da conta corrente, uma conta de depósitos para investimentos (Conta Investimento). Por meio desta conta, os movimentos de transferência entre investimentos não têm incidência de CPMF*.
A caderneta de poupança permanece isenta de IR e o seu vínculo com a Conta Investimento é opcional.
FAPI e PGBL (Fundos de previdência) não fazem parte da Conta Investimento.



Clique aqui e acesse a seção de perguntas mais frequentes do site do Banco Central

* A CPMF vigorou até 31/12/2007.
Posted on domingo, julho 05, 2009 by Anônimo and filed under | 4 Comments »

Fundos de Investimentos - Regulamentação

Regulamentação

A cada dia o mercado vem se modernizando, proporcionando assim, muito mais informação ao investidor.

Vários órgãos reguladores, como CVM e Banco Central, trabalham constantemente para que os investidores tenham acesso a informações transparentes sobre regras de funcionamento dos produtos de investimento, as leis, normas, políticas e riscos.

Além disso, entidades como a ANBID possuem códigos de auto-regulação em que os próprios participantes do mercado estabelecem normas mais rígidas para regular suas atividades. O objetivo é criar regras de divulgação de informações e de conduta na sua comercialização dos produtos de investimento, visando, desta forma, dar mais segurança e transparência aos investidores.

Para você, conhecer as regras que regem o mercado e os produtos de investimentos de uma forma geral será fundamental na hora de decidir e escolher produtos e serviços condizentes com suas necessidades e objetivos.
Posted on domingo, julho 05, 2009 by Anônimo and filed under | 0 Comments »

Fundos de Investimentos - Afinal Aonde esta meu dinheiro?

Afinal Aonde esta meu dinheiro?

O dinheiro nosso de cada dia merece ser bem tratado. Pelo quadro abaixo, você conhece todos os caminhos que seu dinheiro percorre, ou seja, tudo que ele compra e o que faz valer mais com o passar do tempo. 




 1:  Você investiu no fundo mais adequado ao seu objetivo.

 2: O administrador aplica os recursos do fundo de acordo com a política de investimento estabelecida no regulamento e no prospecto. No fundo seu dinheiro pode ser investido em:

 3: Títulos Públicos
Aqui funciona como se o investidor emprestasse dinheiro ao governo em troca de rendimentos negociados na data de compra do título. O seu dinheiro ajuda a financiar as atividades do governo.
CDBs
São os Certificados de Depósitos Bancários emitidos pelos bancos. Quem compra CDB empresta dinheiro a um banco de sua confiança em troca de um rendimento negociado, num prazo mínimo de 30 dias.
Debêntures
São valores mobiliários emitidos por uma sociedade anônima. É um tipo de empréstimo em que os investidores recebem uma taxa de juro fixa ou variável sobre o valor emprestado.
Ações
Valor mobiliário que representa a menor parcela do capital de uma companhia. O investidor que adquire uma ação passa a ser sócio e a ter participação nos rendimentos desta companhia.

4: Quando você faz um resgate, seu dinheiro faz o caminho inverso, deixa de ser título público ou ação, por exemplo, e volta a ser moeda corrente em sua conta.

Posted on sábado, julho 04, 2009 by Anônimo and filed under | 0 Comments »

Fundos de Investimentos - Carteira de investimentos - Derivativos

Derivativos

São contratos de ativos financeiros ou valores mobiliários cujo valor e características de negociação derivam de outros ativos que lhe servem de referência. Daí o nome ‘derivativos’.
É uma operação financeira realizada nos mercados futuros em que o valor dos contratos ou transações deriva do comportamento do preço do ativo no presente. Normalmente são realizadas nos mercados futuros de índice de ações, câmbio, taxa de juros e de opções.

Existem quatro tipos de mercados onde as operações de derivativos podem ser realizadas:

Mercado Futuro
É o segmento do mercado que compreende as operações de compra e venda, realizadas em pregão, de contratos autorizados pela Bolsa de Mercadorias & Futuros, para liquidação financeira em data futura pré-determinada. A negociação inclui um comprador que aceita pagar um determinado valor, na data de vencimento do contrato, pela mercadoria oferecida pelo vendedor. O objeto negociado pode ser uma commodity, um título, uma moeda ou um índice de referência, como por exemplo, o Ibovespa. Os contratos negociados são padronizados pela BM&FBOVESPA (antiga BM&F), o que permite agilidade nas negociações.

Mercado de Opções
Mercado no qual são negociados direitos de compra (call) ou venda (put) de ações, índices de ações, moedas, contratos futuros ou títulos, com preços de exercício pré-estabelecidos. No Mercado de Opções, os titulares (compradores) têm o direito de comprar ou vender uma certa quantidade de ativos, a um preço prefixado até uma data, enquanto os lançadores (vendedores) ficam com a obrigação de vendê-las ou comprá-las conforme o acordado. O comprador que adquire uma opção de compra de um ativo espera que o preço deste ativo no futuro suba. Na compra de uma opção de venda, ele espera que o preço futuro caia. Já a expectativa do vendedor é oposta: se ele vende uma opção de compra é porque espera que o preço futuro caia. Se espera que o preço futuro suba, vende a opção de venda. O valor pago pelo comprador ao vendedor é chamada de prêmio.

Swap
Significa troca em inglês. No caso dos contratos de swaps, pode-se trocar a variação nos preços de moedas, taxas de juro ou preços de commodities. Um swap de taxas de juro, por exemplo, pode ser utilizado para transformar uma taxa pós fixada em uma taxa pré-fixada, e vice-versa. Um swap de moedas pode ser usado para transformar um empréstimo em uma moeda estrangeira em outra moeda, por exemplo, transformar uma aplicação de Reais para Dólares. É uma operação financeira mais sofisticada. Por isso, as tesourarias de bancos e os gestores de fundos de investimento são os que mais se utilizam destas operações com o objetivo de obterem um melhor resultado nas suas aplicações. A idéia é que dois investidores façam aplicações "casadas" que, no dia do vencimento, servirão como proteção do dinheiro ou até mesmo como especulação para aumentar o capital.

Termo
Contratos a termo são acordos de compra ou venda em determinada data futura por preços previamente estabelecidos, cuja liquidação financeira ou entrega física do ativo acontece, geralmente, no vencimento. Os contratos a termo podem ser negociados em bolsa, entre duas instituições financeiras ou entre uma instituição e um cliente.
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Fundos de Investimentos - Carteira de investimentos - Debêntures

Debêntures:


As debêntures são valores mobiliários representativos de dívida de médio e longo prazo, que asseguram aos detentores o direito de crédito. São emitidas por sociedades anônimas, públicas ou privadas de capital aberto. Esta modalidade de investimento é caracterizada como de renda fixa. Diferentemente das ações, o seu titular não é sócio da empresa, e sim credor. Exceção a este caso: quando se tratar de debênture conversível, caso seu titular decida pela conversão, e passa então a ser um sócio da empresa.
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Fundos de Investimentos - CDB(Certificados de Depósitos Bancários emitidos pelos bancos).

CDB (Títulos de crédito emitidos por bancos) :

São Certificados de Depósitos Bancários emitidos pelos bancos. É uma modalidade de investimento que rende uma taxa de juro prefixada ou pós-fixada, dependendo da forma como foi negociado. Quem compra CDB empresta dinheiro a um banco em troca de um rendimento negociado, num prazo mínimo de 30 dias.
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Fundos de Investimentos - Carteira de investimentos - Ações.

Ações:

São valores mobiliários que representam a propriedade de uma fração do capital social da empresa. Isso significa que quando você compra ações está aceitando investir numa empresa e, em troca, passa a ser acionista, ganhando participação nos resultados. São dois os tipos de ações no mercado Ordinárias (ON) e Preferenciais (PN).
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Fundos de Investimentos - Busque uma boa rentabilidade usando a carteira de investimentos.

Carteira de investimentos:

Para buscar uma boa rentabilidade, os gestores de fundos montam carteiras de investimento com diversos ativos financeiros. A composição da carteira segue sempre a política de investimento do fundo.

Um fundo pode investir em: 
Ações
CDBs (Títulos de crédito emitidos por bancos)
Debêntures
Títulos Públicos
Derivativos
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Fundos de Investimentos - Tributação

Tributação dos Fundos de Investimento:

Conhecer a tributação de cada uma de suas aplicações é fundamental para você não pagar impostos desnecessários.

Em termos gerais, todas as aplicações financeiras estão sujeitas à cobrança de três tributos no Brasil:

Imposto de Renda

CPMF
IOF
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Fundos de Investimentos - Quais as taxas e despesas que vou ter?

Quais as taxas e despesas que vou ter?

Taxa de administração

Esta é a taxa mais freqüentemente cobrada pelos fundos. É quanto o fundo (os cotistas) deve pagar pela prestação de serviço do gestor, do administrador e das demais instituições presentes na operacionalização do dia a dia. A taxa de administração pode variar muito de instituição para instituição e de produto para produto e ela é um percentual ao ano sobre o patrimônio do fundo. 

Normalmente, os fundos de renda fixa têm taxas mais baixas que as de fundos de ações, porque dispensam uma atuação menor do gestor.

Mas não caia no erro de aplicar num fundo só porque a taxa de administração é menor ou maior. Nem sempre há uma relação direta ou oposta entre o valor da taxa de administração e o desempenho do fundo. Você precisa verificar o que está incluído no valor cobrado. E o mais importante: se a política de investimento do fundo está de acordo com seus objetivos.

Importante, quando o administrador divulga a rentabilidade de um fundo ela já é liquida de taxa de administração. Para saber qual a taxa de seu fundo, consulte o prospecto.
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Fundos de Investimentos - Quanto vou gastar para começar a investir?

Quanto vou gastar para começar a investir?

Primeiro tenha claro o que são as taxas pagas para a administração do fundo e qual é a tributação que incide sobre seu investimento.

A taxa de administração de um fundo é o valor cobrado pela instituição financeira que administra o fundo para pagar por todos os serviços prestados, ou seja, o preço pago pela gestão e operacionalização do fundo.

Assim como em um condomínio de apartamentos, em que o preço pago pela prestação de serviço depende de uma série de fatores (piscina, salão de festas, elevadores etc.), em um fundo acontece a mesma coisa.

Portanto, em um fundo de investimento as taxas podem variar de acordo com a instituição e o serviço que ela irá lhe prestar. Vale investir um tempo, e pesquisar entre as opções disponíveis.

Mas vale lembrar que, mais do que o valor cobrado, você precisa considerar um conjunto de fatores (serviços prestados, idoneidade da instituição, características do fundo, perfil de risco entre outros), e não tomar sua decisão baseada apenas em uma única informação.
Posted on sábado, julho 04, 2009 by Anônimo and filed under | 0 Comments »

Fundos de Investimentos - O que seria uma cota e como calcula-la..

O que é uma cota?

Uma cota é a fração de um fundo. O patrimônio de um fundo de investimento é a soma de cotas que foram compradas pelos diferentes investidores. O valor da cota é resultante da divisão do patrimônio líquido do fundo pelo número de cotas existentes.

Quando o investidor aplica seu dinheiro no fundo está comprando uma determinada quantidade de cotas, cujo valor é diariamente apurado. As instituições informam o valor das cotas dos fundos nos principais jornais ou na Internet.

Para calcular o quanto você obteve de rendimento, basta dividir o valor atual da cota pelo valor da cota do dia da aplicação. Para apurar o valor atual do investimento, multiplique a quantidade de cotas que você possui pelo seu valor no dia.

O valor da cota se altera diariamente, mas sua quantidade de cotas é sempre a mesma, exceto que:
Faça um resgate (sua quantidade de cotas diminui)
Faça uma nova aplicação (um novo montante de cotas está sendo adquirido)
Aconteça o recolhimento de Imposto de Renda ("come cotas"). Neste caso, o valor devido de IR será abatido em quantidade de cotas.

Como é calculada a cota ?

Multiplique a quantidade de cotas que você possui de um fundo pelo valor atualizado que ela tem no mercado. Assim, você saberá a sua parte neste condomínio ? o valor atual do seu investimento.

O administrador de um fundo calcula diariamente o valor da cota de um fundo de investimento (e a variação que ela sofre no período) usando a seguinte fórmula:



O que são fundos de cotas?

Existem duas diferentes estruturas de fundos de investimento no mercado.

A primeira é a dos fundos que aplicam seu patrimônio diretamente em títulos e valores mobiliários ou em qualquer outro ativo disponível no mercado, os chamados FIs - Fundos de Investimento.

Esta estrutura exige que o gestor entre no mercado vendendo ou comprando ativos a cada movimentação de aplicação e resgate dos cotistas. Geralmente, concentram-se neles grandes investidores, como fundos de pensão, bancos e outros fundos de investimento.

A outra é a dos FICFIs - Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento -, que compram cotas de um ou mais fundos, e é neste tipo de fundo que a maioria dos investidores aplica seu dinheiro.

Diferentemente do FI, que negocia diretamente ativos no mercado, os FICFI deve ter no mínimo 95% do seu patrimônio alocado em cotas de outros fundos de investimento de uma mesma classe, e que, portanto, estejam de acordo com sua política de investimento. A exceção fica por conta dos fundos de investimento em cotas da classe "multimercado", que podem alocar seus recursos em fundos de classes distintas.

O restante do patrimônio do FICFI, ou seja, apenas 5%, pode ser investido diretamente no mercado, em títulos privados ou públicos federais e em operações compromissadas, se o gestor assim julgar necessário para atingir seus objetivos estratégicos.

O FICFI oferece ao gestor muito mais flexibilidade na hora de movimentar os recursos do fundo, pois as operações se resumem basicamente em comprar e vender cotas, quando um cliente faz uma aplicação, ou solicita um resgate.

Há no mercado uma enorme variedade de FICFI para sua escolha, com políticas de investimento, taxas de administração e valores mínimos de movimentações variadas, que visam atender as diferentes necessidades de cada investidor.

Mas lembre-se: Leia sempre atentamente o prospecto antes de investir em um fundo.

Espero Ter ajuda-do

qualquer dúvida é só postar pois temos um coloborador que poderá resolver seus problemas.

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Últimas Notícias - Invento só deslancha com investimento

Idéias originais e revolucionárias permanecem desconhecidas por falta de apoio financeiro e excesso de burocracia Lígia Ligabue Há cinco anos, o empresário Maurílio Fábio de Camargo, 48 anos, inventou um produto capaz de deixar cozinheiros profissionais de queixo caído. Uma mistura que engrossa qualquer caldo e molho em poucos minutos, sem alterar o sabor do alimento. Mas, sem apoio para produzir o produto em escala industrial, Camargo terá que investir ainda mais para ver seu invento nas prateleiras. Para Associação Nacional dos Inventores (ANI), como Camargo, há muitas pessoas que possuem boas idéias, mas não conseguem comercializá-las. A idéia de Camargo começou a partir de seu prato favorito: o feijão. Antes de ser inventor e empresário - ele é dono de uma prestadora de serviços em limpeza -, Camargo era vendedor e viajava muito a negócios. “Sempre participávamos de festas e eventos, almoços, jantares e sempre reparava que mesmo em bons restaurantes, o feijão tinha um caldo ralo. Então, comecei a pensar numa maneira rápida de engrossar esse caldo.” Depois de pesquisar ingredientes, testar fórmulas e cozinhar muito, Camargo chegou ao “Caldo Grosso”, nome que batizou o invento, uma mistura em pó que deixa os molhos mais espessos. “E sem alterar o sabor, porque o melhor do feijão é o tempero que cada um dá”, destaca. Aliás, ele afirma que o produto ressalta o sabor do alimento. Assim que chegou à fórmula definitiva, Camargo procurou a ANI e registrou a patente. Agora, a associação e ele buscam parceiros para produzir comercialmente o “Caldo Grosso”. Hoje, seu maior sonho é ver seu produto empregado em merendas das escolas públicas, em refeições hospitalares e nos lares do País. “Além de deixar caldos e molhos mais grossos, ele também é light, feito com aveia. Só leva ingredientes naturais e já testei em sopas, estrogonofe, dobradinha... No caldo de mocotó, ele aumenta até 30% do volume sem alterar o sabor”, afirma. Mas parece que o objetivo vai demorar mais que o esperado. “Como não consegui empresas para adquirir a patente, quero produzi-lo para torná-lo conhecido do público. E, depois, tentarei negociá-lo”, observa. Para viabilizar o negócio, ele freqüentou curso no Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae) e, seguindo as orientações da entidade, fez uma pesquisa de mercado para avaliar as chances do negócio dar certo. “Além de verificar que tem espaço, testamos em restaurantes e vimos que a aceitação foi de 100%”, diz. Porém, mesmo essa saída não está tão fácil assim. Sem possuir patrimônio para garantia, ele não consegue financiamento para adquirir os equipamentos necessários para produção em escala comercial. “Já tenho o local adequado, licenciamento da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Tentei o empréstimo, mas não consegui”, diz, referindo-se à linha de crédito especial destinada à micro e pequenas empresas. Nesses cinco anos, ele calcula ter investido R$ 12 mil no invento, entre registro de patente no Instituto Nacional de Propriedade industrial (Inpi), taxas de licenças e viagens para divulgar o produto na Capital. “Já vendi um carro para levantar o negócio. Mas estou confiante que dará resultado”, diz. Burocracia O empresário bauruense José Luiz Woelke patenteou a marca de álcool sólido de sua empresa no Inpi. Esse registro vale por 10 anos. Para tanto, contratou uma empresa prestadora de serviços para facilitar os trâmites e enfrentar a burocracia do instituto. Porém, no ano passado, teve que renovar o registro. Ele procurou a mesma empresa e se assustou com o valor pedido. “Eles me pediram mais de R$ 900,00. Resolvi entrar no site do Inpi e descobri que a taxa pedida era de R$ 180,00”, diz. Ele mesmo efetuou o processo e não desembolsou mais do que R$ 195,00, entre taxa e postagens nos Correios. “Um dos problemas do Inpi é que falta acesso à informação e transparência”, critica. Ele observa que, como a sede do instituto fica no Rio de Janeiro, o órgão mantém representantes em outras regiões. “Na verdade, eles são como despachantes, que cobram taxas para fazer o serviço. Mas você mesmo pode fazer por telefone, fax ou e-mail”, diz. Além disso, ele aconselha os inventores a tomarem cuidado. De acordo com o empresário, algumas firmas se dizem representantes do Inpi, mas acabam pegando o dinheiro da pessoa e não efetuam o registro. “O risco de se pegar uma empresa não idônea, os altos custos e a falta de informação acabam inibindo muita gente a registrar sua idéia ou marca”, avalia. • Serviço Diretoria de Patentes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial: (21) 2139-3797, (21) 2139-3679, (21) 2139-3638, (21) 2139-3662, (21) 2139-3314, (21) 2139-3601. O correio eletrônico é patente@inpi.gov.br. Associação Nacional dos Inventores (ANI): (11) 3873-3211 ou pelo correio eletrônico presidente@ inventores.com.br. ____________________ Entidade faz ponte com empresários

Fonte: JCNET
Posted on sábado, julho 04, 2009 by Anônimo and filed under , | 0 Comments »

Últimas Notícias - Bolsa de NY fecha em forte baixa, com pouco volume

Nova York - Um fraco relatório do mercado de mão de obra dos EUA perturbou os mercados financeiros e a debilitada esperança dos corretores de ações de uma recuperação econômica no segundo semestre. As ações de companhias de consumo e de energia foram as mais atingidas na liquidação de hoje. Por causa de problemas técnicos, a Bolsa de Nova York (New York Stock Exchange, NYSE) decidiu atrasar o encerramento dos negócios em 15 minutos, para até 17h15 (de Brasília), para permitir a 'execução das ordens dos clientes afetadas pelas irregularidades do sistema', de acordo com o porta-voz da bolsa. Uma série de pequenas falhas atingiram os sistemas da NYSE Euronext nas últimas 24 horas, depois que a operadora da bolsa implementou um novo sistema com objetivo de reduzir o tempo de execução em 100 milésimos de segundo, substituindo uma tecnologia de 33 anos. Pela manhã, a bolsa chegou a suspender as transações com vários ativos por quase cinco minutos por conta dessas falhas. No último dia antes do final de semana prolongado (amanhã é o feriado antecipado do Dia da Independência), o aguardado relatório do mercado de mão de obra foi uma grande frustração. O Departamento do Trabalho informou que a economia americana perdem 467 mil vagas em junho, de uma expectativa de queda de 350 mil vagas dos analistas. O declínio no número de vagas diminuiu desde que atingiu o total de 700 mil vagas no início do ano. Contudo, o dado de maio foi de uma queda de 322 mil vagas, o que indica que o relatório de junho se moveu em direção oposta e lançou sérias dúvidas sobre as expectativas de aceleração da economia a partir do segundo semestre. A taxa de desemprego continuou subindo em direção aos dois dígitos, alcançando 9,5% em junho - nível mais alto em mais de 25 anos -, de 9,4% em maio. Os salários permaneceram estagnados em comparação com o mês anterior. Apesar dos números negativos, Peter Cardillo, economista-chefe de mercado da Avalon Partners observou que a acentuada queda de hoje provavelmente foi exacerbada por causa da fraca liquidez. 'A resposta real ao número do mercado de mão de obra provavelmente vamos ver no mercado na segunda-feira', disse Cardillo. Todas as 30 ações componentes do índice Dow Jones fecharam em baixa, com destaque para Alcoa (-4,74%) e Travelers (-4,69%). As gigantes de energia Chevron e ExxonMobil foram pressionadas pela queda dos preços do petróleo e caíram 3,16% e 2,93%, respectivamente. No setor de consumo, destaque para a queda de 3,80% da Home Depot. O índice Dow Jones caiu 223,32 pontos (-2,63%) e fechou com 8.280,74 pontos; na semana, o índice registrou uma queda de 1,87%. O S&P-500 caiu 26,91 pontos (-2,91%) e fechou com 896,42 pontos; na semana, o índice acumulou uma perda de 2,44%. O Dow Jones e o S&P-500 agora acumulam perdas por três semanas seguidas. O Nasdaq caiu 49,20 pontos (-2,67%) e fechou com 1.796,52 pontos; na semana, o desempenho é negativo em 2,27%. As informações são da Dow Jones. (Suzi Katzumata).

Fonte: AE Comunicação Empresarial
Posted on quinta-feira, julho 02, 2009 by Anônimo and filed under , | 0 Comments »

Como escolher o melhor tipo de investimento para mim?

Para responder esta pergunta é necessário que você aprenda um pouco mais sobre você e sobre o momento em que vive. Vamos tentar fazer isso juntos?

Qual a finalidade do seu investimento?
Antes de escolher onde investir, é importante decidir como o capital investido será utilizado no futuro, pois essa decisão será determinante na hora de escolher o tipo de investimento. Por isso, tente listar seus objetivos e decidir o quanto será aplicado para atender a cada um. Caso existam mais objetivos que sua capacidade de poupança, tente eleger os mais importantes.
Os objetivos de investimento podem ser listados em termos mais específicos, como, por exemplo, "compra de uma casa", ou mais gerais, como, por exemplo, "formação de poupança para utilização futura". Porém, especificá-los melhor pode ajudar na hora de escolher o investimento mais adequado, principalmente se a cada um estiver associada uma estimativa de valor.
Caso você queira saber quais são os objetivos de investimento mais comuns entre outros investidores como você, visite a nossa página Determinando objetivos para o seu investimento.

Por quanto tempo a quantia que você investiu poderá permanecer aplicada?
A duração da aplicação é também um fator decisivo na hora de definir o investimento mais apropriado, pois o tempo que o valor ficará aplicado poderá influenciar na rentabilidade e até na tributação do mesmo. Portanto, além de especificar seus objetivos, associando a cada um deles o valor correspondente, é necessário estimar o tempo desejado para resgatar o investimento.

Qual o seu perfil de risco?
Na hora de optar por um investimento tenha sempre em mente que, em regra, quanto maior a rentabilidade prometida, maior o risco de perder a quantia aplicada. Então, antes de escolher, compare a rentabilidade prometida com a média do mercado e desconfie de promessas boas demais, pois não existe milagre no mercado de capitais.
Além disso, quem escolhe correr riscos deve fazê-lo de forma consciente e estar preparado para que eventuais perdas não provoquem grandes danos. Por isto, evite aplicar a parte essencial do seu patrimônio em investimentos de alto risco.
Tendo isso em mente, descubra agora qual dos perfis abaixo melhor reflete sua propensão a riscos:
Perfil conservador
Privilegia a segurança e faz todo o possível para diminuir o risco de perdas, para isso aceitando até uma rentabilidade menor.
Podemos dizer que investimentos como Caderneta de Poupança, Títulos públicos e Fundos de Curto Prazo são mais compatíveis com investidores de perfil conservador.
Perfil moderado
Procura um equilíbrio entre segurança e rentabilidade e está disposto a correr um certo risco para que o seu dinheiro renda um pouco mais do que as aplicações mais seguras.
Alguns investimentos, tais como Fundos Cambiais, Fundos de Renda Fixa, Ações e Debêntures, poderão ser considerados moderados ou arrojados dependendo, entre outros fatores, da política de investimento política de investimento que podem ser realizadas pelo gestor do fundo.
Perfil agressivo
Privilegia a rentabilidade e é capaz de correr grandes riscos para que seu investimento renda o máximo possível.
Os Fundos Multimercado são exemplos de investimento mais compatíveis com investidores de perfil agressivo, uma vez que há muita liberdade na composição de suas carteiras e mais exposição às oscilações de um determinado ativo, índice ou mercado.
Descobrir seu perfil pode ajudá-lo na escolha da aplicação mais adequada, desde que esta informação seja utilizada apenas como orientação (e não como verdade absoluta) e que sejam tomadas as precauções necessárias, antes e ao longo do investimento.

Que tipos de precauções básicas você deve ter para escolher o melhor investimento para o seu perfil?
Verificar se há registro do tipo de investimento que lhe interessou na CVM (Comissão de Valores Mobiliários);
Ler atentamente o regulamento e/ou o prospecto do tipo de investimento que você seleciou;
Informar-se sobre os custos incidentes sobre o investimento;
Conhecer a estratégia do administrador do investimento e os riscos que você está assumindo; e
Pesquisar a reputação das instituições envolvidas, entre outras precauções.
O mais importante é, antes de qualquer aplicação, verificar a solidez das instituições envolvidas (emissor do título, administrador, gestor, custodiante) e pesquisar nos documentos correspondentes (Regulamento do Fundo, Prospecto da Oferta Pública, etc.) qual o perfil de risco que você está assumindo.
Caso você queira saber o que outros investidores como você estão comentando sobre a instituição que você vai investir ou confiar o seu dinheiro para que a mesma o administre, faça uma pesquisa no Forum ADVFN. Basta digitar a palavra-chave ou o conjunto de palavras-chaves (nome da instituição, tipo de investimento, etc.) na área Tag do Forum ADVFN para que você passe a ter acesso a todas as discussões que estão sendo realizadas sobre o tema financeiro que você busca.
Lembre-se também que, qualquer que seja o investimento escolhido, é preciso ter sempre em mente estas duas afirmações:
Aplicações em valores mobiliários sempre têm risco de perda do capital investido.
Se a quantia a ser investida é parte essencial do seu patrimônio, não arrisque.

Como combinar objetivos e prazos na hora de escolher o melhor investimento?
Uma vez que você conheça seu perfil de risco e defina seus objetivos, poderá se informar sobre os investimentos disponíveis no mercado e verificar o mais adequado às suas necessidades. Vejamos alguns exemplos:
Viagem de férias - supondo que, neste exemplo, o valor aplicado tenha que ser resgatado em três meses. Neste caso, faz mais sentido escolher uma aplicação de curto prazo e baixo risco, pois, além do resgate ter que ser feito em breve, qualquer perda pode causar grande dano, uma vez que não há tempo suficiente para sua recuperação.
Compra de uma casa - neste caso, como provavelmente se trata de um montante alto e de um tempo de aplicação longo, é mais sensato escolher um investimento de longo prazo e valor alto, onde é provável obter maior rentabilidade com menor risco. Porém, é necessário cuidado redobrado, por um lado, devido ao montante aplicado ser significativo e, por outro, pelo fato da expectativa de resgate estar distante no tempo, o que faz com que seja necessário o constante acompanhamento da aplicação e sua permanente reavaliação para verificar a necessidade de mudança, caso o cenário que foi tomado por base para a aplicação mude.
Formação de poupança para utilização futura - neste exemplo, pelo fato do objetivo não estar claramente determinado (definindo quando e onde será utilizada a quantia investida), o mais indicado pode ser a diversificação das aplicações. Com essa estratégia, o investidor poderá escolher aplicações de diferentes riscos, rentabilidades e prazos, permitindo que tenha sempre quantias disponíveis para eventuais gastos, ao mesmo tempo em que maximiza seu lucro, além de poder compensar as perdas em uma aplicação com os ganhos em outra.
Por fim, lembre-se que, seja no curto ou longo prazo, seus investimentos se destinam a financiar seus planos para o futuro e, conseqüentemente, terão que ser modificados ou adaptados, à medida que tanto os planos quanto o contexto (político, econômico, etc.) forem mudando. Por isso, para ter certeza de que seus objetivos serão realmente atingidos, acompanhe sempre o desempenho de suas aplicações, procure manter-se permanentemente informado e, de tempos em tempos, reavalie suas decisões de investimento para ver se continuam coerentes em relação aos seus planos e ao ambiente que o cerca.
Posted on quarta-feira, junho 24, 2009 by Maranello and filed under | 0 Comments »

Olá Pessoal, investimentos e Finanças pessoal

Ola galera do Blog , em breve estarei aqui , escrevendo sobre o mundo das ações e seus riscos e sucessos.
Posted on sábado, junho 20, 2009 by Maranello and filed under | 1 Comments »

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